Resenha: O hobbit

Capa-O-Hobbit.jpgO hobbit
Autor: J. R. R. Tolkien
Tradução: Lenita Maria Rímoli Esteves e Almiro Pisetta
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 303

Espere aí! Você nunca leu O hobbit? Só assistiu aos filmes? Então espero que esta resenha te convença a correr atrás do prejuízo. Sim, este não é um texto imparcial, afinal, esse é o livro que eu mais reli na vida.

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Resenha: A carta roubada

Capa.jpgA carta roubada (presente em Histórias extraordinárias)
Autor: Edgar Allan Poe
Tradução: José Paulo Paes
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 20 (conto) e 272 (livro)

Hoje é dia de escrever sobre A carta roubada, último conto de Edgar Allan Poe protagonizado por C. Auguste Dupin. Se em Assassinatos na rua Morgue e O mistério de Marie Rogêt ele esbanjou sua inteligência em casos extremamente intrincados e que envolviam homicídios, em A carta roubada ele mostra que a solução de um crime pode ser muito simples.

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Diários #9: Finalmente assisti “As vantagens de ser invisível”

No último fim de semana, fiz uma coisa que já devia ter feito há muito tempo: finalmente assisti As vantagens de ser invisível. Trata-se de um filmaço que fica há anos-luz da maioria das produções voltadas ao público adolescente.

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Resenha: O mistério de Marie Rogêt

O-escaravelho-de-ouro.jpgO mistério de Marie Rogêt (presente em O escaravelho de ouro e outras histórias)
Autor: Edgar Allan Poe
Tradução: Bianca Pasqualini
Editora: L&PM (Coleção L&PM Pocket)
Páginas: 52 (conto) e 240 (livro)

Como prometido, hoje é dia de resenhar O mistério de Marie Rogêt, de Edgar Allan Poe. O conto, publicado originalmente em 1842, marca a segunda aparição de C. Auguste Dupin e é considerada a primeira narrativa policial inspirada num crime real.

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5 adaptações de livros que estreiam nos cinemas até o fim do ano

2017 tem sido um ótimo ano para quem gosta de filmes adaptados de livros. Já estrearam longas elogiados como Sete minutos depois da meia-noite, Lion – uma jornada para casa e Silêncio, além de A bela e a fera (que apesar de ser uma nova versão do desenho animado de 1991, é uma adaptação do conto francês do século XVIII).

O Valeu, Gutenberg! listou outras cinco adaptações que chegam aos cinemas até o final deste ano:

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Resenha: Assassinatos na rua Morgue

No começo de 2017 a Darkside Books lançou uma nova coleção batizada de Medo clássico, e o primeiro volume foi uma luxuosa coletânea com textos de Edgar Allan Poe (1809-1849). O livro fez com que o autor norte-americano fosse descoberto por novos leitores e muitos deles se surpreenderam ao saber que Poe, além de ter sido um mestre dos contos de horror, também foi um dos precursores das histórias policiais. Por isso, a partir de hoje e nas próximas duas quartas-feiras, vou resenhar os três contos (Assassinatos na rua Morgue, de 1841, O mistério de Marie Rogêt, de 1842, e A carta roubada, de 1844) protagonizados pelo genial personagem C. Auguste Dupin, que foi uma das inspirações para detetives famosos como Sherlock Holmes e Hercule Poirot. Eu não possuo a edição da Darkside (que contém a “Trilogia Dupin”) e, por isso, vou me basear em outras coletâneas de Poe que fazem parte da minha coleção.

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Resenha: Don Juan

don-juan-ou-o-convidado-de-pedraDon Juan
Autor: Molière
Tradução: Celina Diaféria
Editora: Hedra
Páginas: 110

O personagem Don Juan foi criado pelo espanhol Tirso de Molina e apareceu pela primeira vez na peça O burlador de Sevilha, de 1630. De lá pra cá, ele foi utilizado por diferentes autores em poemas, óperas, romances e filmes. Se hoje em dia Don Juan se tornou sinônimo de um homem romântico, cavalheiro e conquistador, no século XVII ele tinha características bem pouco nobres. Em 1665, o dramaturgo francês Molière (1622-1673) criou sua versão do personagem e imaginou Don Juan como um sujeito de péssimo caráter (mas muito engraçado), numa peça que daria muita dor de cabeça pra ele.

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